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Estão previstos 16 módulos no primeiro projeto, um deles já em produção. Os demais deverão ser executados até agosto de 1999, quando a empresa calcula ter investido US$ 10 milhões em software, hardware e serviços. Ainda no primeiro semestre, a Caixa prevê a implantação do segundo data mart, voltado para o marketing e, na segunda metade do ano, o de gestão de risco.
Do que foi visto até agora, Elisabete já observa
maior agilidade nas decisões estratégicas. “Antes,
além da demora na análise dos dados, eles não eram
consistentes. Hoje, estão centrados em um único ponto
de onde sai toda a informação gerencial”, explica.
Ela aponta como as maiores dificuldades na construção
do data warehouse a captura dos dados e a alocação de
mão-de-obra especializada. “Como as informações
estão espalhadas e dispersas, com diversos padrões de
entrada, exigem um extenso trabalho de limpeza”, ressalta. Até agosto, a distribuição deverá ser estendida a 89 escritórios de negócios que a instituição possui o país, usando a Intranet para facilitar a divulgação dos dados. Em seguida, a proposta é ir agregando, aos poucos, as maiores agências, estendendo a pesquisa às gerências. O alicerce da construção Conscientes do intenso trabalho e alto investimento envolvidos, a equipe de tecnologia da Caixa passou três meses avaliando o retorno do projeto-piloto, antes de abraçar a construção do data warehouse. Nesse período de testes, fez o levantamento dos recursos humanos e de infra-estrutura tecnológica necessários para sua futura implantação, comparando as opções disponíveis no mercado. |
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