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  Foram convidadas algumas empresas para participar dessa etapa, desde que seguissem os critérios de utilizar ferramentas de extração que suportassem as bases de dados de mainframe utilizadas ( DB2, IDMS, VSAM), software para a gerência dos metadados e aderência à arquitetura cliente/servidor. Ao final, percebeu-se a necessidade de integrar soluções de vários fornecedores para comportar as diversas exigências do projeto.

 Foram escolhidos os bancos de dados relacional Adaptive Server Enterprise e Adaptive Server IQ, da Sybase. A mesma empresa presta os serviços da implementação física do DW, enquanto a consultoria DBO Directa ficou responsável pela modelagem. O projeto conta ainda com ferramentas de extração de dados da Prism Solutions e da Platinum e soluções de análise de dados da Business Objects.

 Junto com os novos software, foi preciso redimensionar os recursos de hardware. Segundo a Elisabete Soares, coordenadora do projeto de DW da Caixa, essa foi uma das fases mais complexas, envolvendo desde características gerais do servidor (performance, disponibilidade e escalabilidade) a aspectos como capacidade de armazenamento dos subsistemas de discos, facilidade de transferência de dados entre plataformas e conectividade, opção por sistemas abertos e por soluções já dominadas internamente.

 A conclusão indicou servidores Risc, com alta capacidade de tratamento de dados, em ambiente de banco de dados relacional e compatibilidade com o parque computacional da Caixa. Chegou-se ao modelo E10000, da Sun, com 20 processadores de 250 MHz e 10 GB de memória RAM. Em paralelo, a área técnica vislumbrou a possibilidade de usar o ambiente de data warehouse como site backup da plataforma comercial. “A dupla função do ambiente representou um grande aproveitamento e complementação de recursos e soluções, além de eliminar riscos potenciais de interrupção em um dos sistemas críticos da CEF”, pondera Elisabete.

Texto Retirado da Revista:
Computerworld /Corporate - Publicado em : 07/12/1998

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